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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Filminho pra ver com as amigas!

Quem sabe uma pizza e um cineminha?
Eu devo ser a única mulher que ainda não leu "Comer, rezar, amar" porque todas as minhas amigas comentam e elogiam, coisa que vou resolver essa semana ainda! Salve Jani que já deixou o livro separadinho na casa dela pra mim, só falta conseguir buscar...
Mas hoje estava lendo uma dessas revistas semanais e vi o link para o trailer do filme com a Julia Roberts, fui dar uma olhada e cá estou: achei delicioso! Bem filme pra assistir com as amigas, se identificar e ficar comentando depois: adoro!




segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Stephen Michael King, você conhece?

Desde que me tornei mãe meu universo literário também mudou. Além da minha habitual leitura sobre design, decoração e coisas do trabalho, descobri o mundo encantado dos livros infantis. Adoro me maravilhar com as histórias, ilustrações e pop-ups, tanto quanto o Tau.

Mas de todos os autores tenho uma preferência inexplicável, pelo Stephen Michael King, amo, amo, amo os livros deste australiano que escreve e ilustra seus livros com tamanha poesia! Adoro os traços, as cores, a liberdade das histórias.

Confesso que toda sexta feira quando Tau traz livro da escola fico torcendo que seja um dos dele...kkkkk...claro que nunca falo, mas ele percebe a minha alegria quando isso acontece!
Se você já conhece sabe do que estou falando... senão fica a dica! 
Saiba mais sobre ele aqui e veja alguns dos seus livros (todos Brinque-Book) abaixo:






Stephen Michael King perdeu a audição por volta dos 9 anos de idade e viu sua vida mudar...
"Naquela época eu passei de um feliz estudante, sempre com nota A, para um outro nível, em que fui reprovado em todas as matérias, com exceção de Educação Artística. A deficiência dificultou meu relacionamento com os amigos; foi muito difícil para mim e acabei me tornando introvertido, desenhando e escrevendo muito. Me tornar surdo foi uma mudança grande na minha vida. Até hoje fico apavorado se preciso falar em aulas ou coisas do tipo, mas se tenho um lápis na mão, consigo expressar coisas, sentimentos! Para mim é uma forma de comunicação." 

Beijos e boa semana!

domingo, 4 de julho de 2010

Como uma frase muda nosso dia... e nossa vida!

Estou lendo um livro, “Comer, Rezar, Amar” (Elizabeth Gilbert, Editora Objetiva), depois das amigas blogueiras e orkuteiras terem comentado a respeito. Ainda estava em épocas de concurseira quando o comprei, mas deixei encostadinho pensando em quando teria um tempo para começar a ler.
Enfim, comecei a trabalhar, e no longo trajeto casa-trabalho, comecei a saborear de novo o mundo das letras, que tanto adoro. E confesso, andava afastada dele há tempos!
Hoje li uma frase que me tocou bastante, principalmente pensando nas últimas crises que têm passado por mim e em minha vida. E que na verdade, nem é desse livro especificamente, mas uma citação do “Bhagavad Gita” (um antigo texto iogue indiano):
“... é melhor viver o seu próprio destino de forma imperfeita do que viver a imitação da vida de outra pessoa com perfeição”.
Li essa frase tão simples e direta, e só assim me senti totalmente compreendida, tudo se tornou tão claro, e por mais incrível que possa parecer, senti um orgulho imenso de ser “Eu”, ter os meus próprios problemas, encanações, crises e loucuras. E mais, conseguir enfrentá-los e superá-los, às vezes de maneira rápida e objetiva, outras vezes de maneira dramática e demoraaaada, mas enfim, essa sou eu. É o meu destino, imperfeito, mas só meu.
E sim, a felicidade plena mora também em várias infelicidades momentâneas!
Minha moral da frase: Sou humana, e feliz. Com todas as minhas imperfeições.
Ah! E recomendo o livro de olhos fechados.