Por isso...

Aqui teremos papos, desabafos, dicas, receitas e tudo que possa facilitar nossa correria diária de ser mulher, mãe e tal

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Uma janela (*fofíssima*) que se abre

Engraçado, sou mãe de uma menina de 5 anos e, às vezes, ainda me sinto marinheira de primeira viagem! Não sei se é porque sou meio viajona, ou se porque sempre estou pensando em mil coisas...mas na real acho que é a tal da inexperiência mesmo, sou obrigada a concordar com a máxima de que o primeiro filho acaba sendo o “laboratório de experimentações”, mas que também, por isso, acaba tendo alguns cuidados desnecessários ou até displicências inconscientes, vocês já vão me entender!

Lá pelo dia 18/06 (adoro pontuar datas, hehe), isso foi numa sexta-feira, quando fui escovar os dentinhos da Maya antes dela ir dormir, notei que um deles estava torto e aquilo me intrigou. Ok, passei o final de semana inteiro agoniada e culpadíssima com aquele dente torto dela, afinal, como um dente entorta assim, de um dia para o outro, sem mais nem menos? Pronto, pensei que era porque ela tomava mamadeira (e ainda toma, para o desesperos dos politicamente corretos que acham que nem se deve dar mamadeira para uma criança, quem dirá nessa idade!!). Enfim, óbvio que a culpa pelo dente torto estava me corroendo e pensei que cortaria a mamadeira imediatamente, já estava até preparando a Maya psicologicamente.

Maaaaaasssss... na segunda-feira a noite resolvi tocar no tal dentinho e BINGO!!! O dente estava torto porque estava mole!!!!!! Uhuuuuuuú, alegria geral lá em casa, primeiro dentinho de leite mole, ficamos super hiper mega blaster felizes!!!!

É, moçada, os filhos crescem e numa velocidade assustadora!!!! E o velho clichê “parece que foi ontem que te vi nascer” torna-se mais verdadeiro do que nunca. Mas, voltando naquela questão de marinheira de primeira viagem, lógico que no próximo dente mole eu já estarei escoladíssima e saberei de primeira que se trata de mudança de dentição, no próximo filho então, nem se fala, né?

Áh, deixa contar que no dia 20/07/2010 o tal dentinho caiu de vez e minha magrela virou banguela, linda, linda!!!! Eu, depois de um dia inteiro daquele dente pendurado, já quase caindo, consegui convencer minha princesinha (e a mim mesma) de que seria melhor arrancar o dente de uma vez e assim, com um chumaço de algodão fiz o serviço (preciso dizer que tive que criar coragem, tava com mais medo do que a Maya, kkkkkkkkk).


Outro momento engraçado/inexperiente aconteceu quando a Maya apareceu com (arght!) piolho. Era verão e tals, de repente essa menina começou num coça-coça na cabeça e eu, na minha ingenuidade, achava que era algum grãozinho de areia que ficava no couro cabeludo dela, porque estávamos indo quase todos os dias na praia e a Maya virava um croquetão de tanto rolar na areia, então achei que era isso. Mas... a tal coceira estava se estendendo demais e eu lavava a cabeça dela como nunca pra tirar os tais grãos de areia e nada de passar o coça-coça. Ok, fui olhar mais de perto e adivinha? Piolho!!!!!! Desespero total, porque olha, que bichinho asqueroso, só de falar já me dá coceira. Final da história: depois de vidros de remédio os dito cujos foram exterminados, mas pra piorar a situation, eu também fui contemplada com o coça-coça, uix!!!!!!!! Mas garanto que na próxima (que espero nunca mais acontecer), já saberei de cara o que é!!!!

Bjkas










segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Potes com girinos



Apesar de ser formada em pedagogia, ou talvez por isso mesmo, tenho algumas certezas e muitas dúvidas sobre educação, escolas e modelos pedagógicos. Por acaso, por sorte ou seja lá o motivo, quando meu primeiro filho nasceu vim morar em frente a uma escola considerada “alternativa”.
Logo Arthur fez 2 anos e resolvi que era hora do pequeno entrar num outro mundo, no universo dos amiguinhos... Visitei a escola e voltei animada com a conversa com a professora do maternal, gostei muito do que vi, dos brinquedos de madeira, do pátio com areia e árvores, da certeza de muitas brincadeiras e nada de alfabetização precoce... Lá meu pequeno começou seu caminho sem meus olhos grudados nele.
Essa semana ele veio para casa com um vidro cheio de girinos! Eu nem tive como agradecer, recusar, inventar uma desculpa, seus olhinhos estavam encantados! Ok, trouxemos os bichinhos para casa... Eu detesto sapos! Mesmo! Tenho pesadelos com eles, mas como negar ao meu filho algo tão simples e especial? A recomendação é deixá-los no vidro até perderem a calda e então jogá-los num rio. O pai já sabe que a tarefa de levar os monstrinhos para a natureza é dele! E se um deles pula para o lado errado e por engano me ataca? Não, muito obrigada!
Não sei qual o futuro do Arthur nessa escola. Estamos de mudança para outro canto da cidade. O que sei e que esse é o terceiro ano do menino ali e sinceramente não conheço nenhuma outra criança da idade dele que ame tanto subir em árvores.
Ou seja, se ele for para outra escola, sei que os primeiros anos escolares vão ter sido muito especiais. Só tenho a agradecer à escola o sorriso do meu pimpolho segurando o vidro com sapinhos... Não é o que todas queremos?

domingo, 8 de agosto de 2010

Dia dos Pais

Há dias que estou pensando a respeito desse post, sobre o que devo escrever, o que seria mais apropriado para essa data, afinal Dia dos Pais não é qualquer coisa não é mesmo?. Claro que estou me referindo ao Pai de verdade, aquele que se dedica, que se preocupa, que participa ativamente da vida do filho, nem que seja uma horinha por dia, aquele que acorda durante a madrugada para "socorrer" o filho enquanto a esposa está cansada, aquele que não vê problema algum em trocar fraldas e gosta de verdade de participar da principal arte de criar uma pessoa, que é a arte de educar.
Pensando sobre isso, tem duas pessoas em especial que não saem da minha cabeça, meu Pai e o meu marido, que posso dizer que são dois super Pais.

Meu pai é para mim um super exemplo, determinado, corajoso,alguém que eu admiro incondicionalmente, quem o conhece pessoalmente fala que ele é uma pessoa iluminada, e realmente acredito que seja mesmo. Tenho ótimas recordações da minha infância, das nossas brincadeiras. Uma coisa que eu sempre lembro e que era uma das minhas brincadeiras favoritas era quando eu ganhava uma maquiagem nova, essas infantis pra meninas, ele deixava eu testar tudo antes nele, rs. Ele ficava uma graça, pena que não tenho fotos aqui comigo dessa época. E ele eu posso dizer com todas a certeza que foi e é um super pai mesmo.

O Rômulo ( meu marido) me surpeendeu muito, como eu já contei aqui em outro post, fomos pais muito jovens, eu com 15 e ele 19. Mas independente da idade dele, sempre foi um pai muito presente, brincalhão e que se preocupa com os filhos ( digo filhos pq hoje já temos 2). A primeira coisa que ele faz todos os dias quando chega em casa é ir brincar com a mulecada, ele está sempre inventando algo novo.. agora a brincadeira do momento é uma tal de "mão reta", não me pergunte exatamente o que é isso, pq como o Gabriel mesmo diz: "Isso só meu pai sabe fazer mãe, tu não", e realmente não sei, rs. E acho que isso é uma das coisas que eu mais admiro nele, a forma como ele se preocupa com os meninos, como cuida, e cuida mesmo, posso sair numa boa que quando e voltar a mulecada vai estar bem.


A minha família tem o costume de se reunir sempre, quase todo final de semana é motivo para algum encontrinho, e nessas datas especiais geralmente vamos para algum lugar bacana, e hoje não foi diferente, almoçamos todos em um restaurante muito bacana aqui na serra catarinense, e depois fomos a um parque brincar com a criançada.
Segue algumas fotos do nosso super dia em família.
Eu, meu pai e a minha irmã.
Eu, o Rômulo e o Lucas.
E a brincadeira da tarde foi: " Esquibunda a moda da família Silveira".
Meu pai descendo o morro super empolgado,
dá pra notar né?
Meu tio e o meu primo descendo juntos, rsrs.
E pra finalizar, o Rômulo descendo o morro
também, mas do jeito dele, rsrs.

Meu Malvado Favorito

To louca para verrrrrrrrr


beijos, beijos

sábado, 7 de agosto de 2010

O vôo do passarinho



Ahá! Achavam que eu daria continuidade a aventura que iniciei aqui? Peço licença para abrir um parentêsis e contar uma coisa muito importante que me aconteceu.

Chega um momento em nossa vida de mãe, que precisamos entregar nossos filhos aos cuidados de um outro alguém.

É como parir de novo. Revive-se toda a ansiedade, a busca pela melhor opção e aí vem a dor da separação e o sorriso que vem em seguida ao corte do cordão umbilical, que reconforta o coração.

Antes mesmo de o Otto completar um ano, eu já dava como certa a ida dele à escola. Como ele tinha refluxo e era um bebê high need (que até então, eu desconhecia o significado), me consumia muito. Fora que por morar longe da família, não existia um só momento para chamar de meu! Eu era mãe full time.

Bom, do que eu reclamava mesmo? Voltando um pouco a fita, me vejo tendo que abandonar meu projeto amamentação exclusiva da Bia, quando ela tinha apenas quatro meses para voltar ao trabalho. E sonhava e desejava com todas as minhas forças não ter que trabalhar, pra curtir o desenvolvimento dela. E mais, quando ela tinha 1 ano e 3 meses, optamos por creche em período integral em detrimento a deixá-la com as babás que sempre, sempre me deixavam na mão.

Sofri muito e com um adicional: ela ia de transporte escolar. Tão bebê!!! E eis que a vida me acena com a possibilidade de me dedicar à maternidade do jeito que sempre sonhei. Fácil não é, mas quem disse que seria?

Pensamos e repensamos a situação e decidimos que o Otto só entraria na escola quando completasse dois anos. Sorte a minha! Sim, sorte. De poder acompanhar o seu crescimento dia a dia, de passar as tardes cheirando a respiração dele enquanto ele dormia; de poder pegar o solzinho no fim do dia, de poder assistir aos filminhos preferidos junto com ele; de abraçar, cheirar e beijar desmedidamente. Sem horários a cumprir. Não são todas que tem esse privilégio. O tempo é impiedoso. E o que passou, jamais voltará.

O primeiro dia dele na escola foi tranqüilo, afinal, estávamos preparados. E ele chegou como um veterano, tão seguro, puxando sua mochila de rodinha! Entrou na salinha e ainda cumprimentou: “Oi amigos!”

Logo foi sentando numa rodinha e ali ficou.....sem chorar, sem berrar e, de tão tranqüilo e tão feliz, não olhou para trás.

E eu ali num canto, orgulhosa, observando o vôo do passarinho.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

E as férias terminaram...

As férias de julho foram curtinhas para mim, somente duas semanas, mas é sempre muito bom tirar o pé do acelerador e descansar um pouquinho...
Colocar as pernas para o ar, dormir muitoooooooooooooo, assitir um filme embaixo do cobertor e comer pipoca agarradinha com a família não tem preço, coisas simples, mas que fazem um bem danado.

O finzinho das férias teve ares gelados e gostinho de vida simples no campo. Fomos para o sítio dos meus pais na minha querida Lages, sentir o ar puro e ganhar o beijo do sol, escutar os passarinhos e o barulho da cachoeira. Privilégios encantadores para espantar o stress da correria diária que vivemos na cidade.
Apesar da minha necessidade particular e urgente de ter férias, sempre penso na alegria do meu filho em primeiro lugar, nada mais gratificante do que ver sua felicidade nas descobertas que faz e de ter prazer nas aventuras,seja na simplicidade de observar um bezerrinho se alimentando,
ou perceber a diferença do volume d’água da cachoeira após um dia de chuva, ou então, conhecer uma pinha e curtir o calor da lareira...
Aproveitando o momento que estávamos reunidos em família, convidei-os para resgatarmos mais um pouquinho da nossa cultura (vocês já perceberam o quanto eu gosto das minhas raízes...).
Há muitos anos eu ouço meu pai falar da sapecada de pinhão, mas nunca havia presenciado uma, então era hora de fazermos, já que lá no sítio tinha tudo do que precisávamos. Então, fomos todos juntar galhos de grimpa (galhos secos de pinheiro que caem no chão), quando já havia uma quantidade considerável era hora de pegar pinhões, para acomodar sobre os galhos e acender o fogo.A fogueira ardeu, mas os gritinhos de alegria e olhos brilhantes do Gab ecoaram com mais ênfase na mata. Depois que o fogo se apagou, saboreamos o pinhão sapecado, quentinho, e o melhor de tudo foi receber um beijo do Gabriel e ouvir : - “Obrigado mamãe por nos trazer no sítio”...
Para mim valeu as férias inteiras!!!
E, para comemorar, preparamos um delicioso ent
revero, prato típico da região serrana, regado a ponche de vinho (que contei a receita em post anterior).
Entrevero
• 2 1/2 kg de pinhão cozido e descascado
• 1 kg de carne suína
• 1 kg de alcatra e frango

• 500 g de bacon
• 1 kg de lingüiça calabresa
• 200 g de cebola de cabeça

• 1 dente de alho
• 5 colheres de molho shoyu
• Sal a gosto
• 6 colheres de óleo
• 1/2 pimentão verde

• 1/2 pimentão vermelho
• 500 g de tomate
• Tempero verde a gosto

* Picar todos os ingredientes e colocar em uma panela de ferro. Colocar todas as carnes, o óleo e o sal e refogar por aproximadamente quinze minutos. Colocar todos os outros ingredientes e refogar por mais quinze minutos. Novamente, sempre mexendo. Bom apetite.

Exatamente hoje, dia 02 de agosto volto ao trabalho
, com as “baterias” renovadas, pois a correria começou!!!
E o Gabriel? Ele vai ficar mais alguns dias na casa de sítio dos avós, pois quer brincar e se aventurar mais um pouquinho, ainda quer aprender a tirar leite da vaca. Muitas descobertas ainda contará pra esta mamãe que já está morrendo de saudades e preocupada porque o frio pode chegar a -3,0°C esta manhã, mas o coração dele estará bem aquecido com as histórias que o vovô irá contar...


domingo, 1 de agosto de 2010

Vó Corredora!


Dia 26 de julho foi o dia das avós! Deixo aqui meus parabéns para todas as avós, mas faço uma homenagem especial a minha!
Sem dúvida, a maior “corredora” que conheço!
Criou 7 filhos e trabalhava fora, numa época que não tinha máquina de lavar, secar, micro-ondas e tal...numa época que se coarava roupa na grama, o doce era feito em casa, a gordura trans nem existia e marido não ajudava!!!

Pois esta é minha vó...a vovó Déia! Mulher que tanto amo e admiro, mulher de luta e de correria, mulher que não desiste, não se entrega, mulher que sabe viver a atualidade! Hoje, com 85 anos é mais do que inspiração, pinta, borda, cozinha, mora sozinha e faz curso de informática, tem hábitos ecologicamente corretos mesmo sem saber que é moda, brinca com netos, bisnetos e sempre tem uma cruzinha protetora para quem sabe valorizar...

Ah! Saudade deste colinho que volta e meia corro lá para abraçar! Vó te amooooooooo! Parabéns não só pelo dia das avós, mas por ser quem você é, sem ter a pretensão de ser esta SUPER mulher!



Não sou muito de textos prontos, mas esta mensagem parece sob medida!

Vovó 
A vida é tão corrida... Tanta coisa a fazer...
Às vezes não nos sobra nem um momento...
Para que melhor possamos nos conhecer.
Mas é maravilhoso descobrir...
O quanto à senhora conquistou.
É jubiloso de seus lábios ouvir...
Todos os sonhos que sonhou.
Todos os degraus que teve que subir...
E tudo o que neste tempo realizou.
É difícil encontrar neste mundo...
Alguém que tanto lutou, tanto sofreu...
Encontrar a cada dia mais vitalidade...
Ir cada vez mais profundo...
E nos mostrar tudo o que conheceu do mundo...
Ensinando-nos o caminho para a felicidade.
A senhora é para todos nós a esperança...
E temos a honra de seguir seu exemplo... Sua lucidez.
Pois viveu sua vida com muita perseverança...
E se todos enxergarmos... Seguindo-a teremos sensatez.
Alcançando assim serenidade...
Para a atitude correta escolher...
Nos momentos em que adversidades...
Em nossa vida tivermos que viver.
Sabemos que caminhou por estradas tortuosas...
Que por picadas, matas e montanhas teve que passar...
Que encontrou no caminho...
Toda espécie de coisas perigosas...
Mas que para tudo tinha um jeitinho.
E acima de tudo... Sempre soube se doar.
Soube por cima dar a volta...
Teve sabedoria para quando necessário mudar...
Soube enfrentar todo tipo de revolta...
E cada problema solucionar.
Tem sempre uma palavra que anima...
Uma paz e sabedoria que nos passa “saber”.
Dando-nos sempre a vitamina...
Que tanto precisamos para viver.
Sabemos que passou por muitos desencantos...
Que na vida, provações teve que enfrentar...
Mas sempre, como que por encanto...
Ensinou-nos que estrada percorrer.
Não vou dizer que já não a vi triste...
Muito sofrimento esses anos a fizeram passar.
Mas sempre com muita coragem...
Como agir soube nós mostrar.
Em seus lábios encontramos sempre...
Palavras de alívio para nossos sofrimentos.
E é reconfortante saber que a temos presente...
Sempre que a nós, a vida se tornar tormento.
Vovó... É maravilhoso tê-la como nosso porto seguro.
Saber que em ti podemos nossa âncora jogar.
Que conselho sempre terás para nosso futuro...
Exemplos de vida só temos a copiar.
E se precisarmos parar um pouco...
É no teu colo que queremos descansar.
A sua necessidade de UNIÃO...
De ver a família reunida...
Para nós só revela tua PAIXÃO...
Querendo somente paz e amor da vida.
A senhora sempre nos ensinou Vovó...
A sermos sinceros nos sentimentos...
A não passarmos pela vida deixando apenas pó...
A não cultivarmos ressentimentos...
Ao mal que nos fizerem perdoar...
E sempre... Em todos os sentidos...
Ao ser humano amar.
Ensinou-nos também durante a vida...
A ouvir mais que falar...
A termos uma existência ativa...
Pois qualquer pessoa, em alguma situação...
Vai precisar trabalhar.
Incentivou-nos sempre...
Com muita ênfase e emoção...
Que todos... Sem exceção...
Precisam um dia na vida...
De alguma instrução.
E o que mais me virá à mente...
Sempre que da senhora lembrar...
É que nos mostrou vorazmente...
O quanto é necessário Estudar.
AH! E jamais esqueceremos...
O teu maior ensinamento:
Que na vida tudo conseguiremos...
Se deixarmos ALGUÉM nela entrar...
Pois se DEUS conosco estiver...
Vai sempre nos ajudar...
E que por menos fé que tivermos...
Jamais devemos deixar de ORAR.
De nossa família, RAINHA podemos te chamar...
Embora não temos um trono para te colocar.
Mas neste momento com este BILHETE...
O que podemos te oferecer...
É de flores um RAMALHETE...
Sabendo que muito mais a senhora vai sempre MERECER.

Por Marilene Mees Pretti 

Beijos, beijos